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Sexta-feira, 11 de Maio de 2007

A SAÚDE DA MULHER

Entre os grupos de risco que merecem particular atenção da Medicina Preventiva, está a mulher, ao longo das várias fases da sua vida e que devem ser marcadas por diferentes e adequados tipos de prevenção.

Até à adolescência (18 anos), as raparigas devem ser seguidas por um pediatra, que deve acompanhar o seu crescimento, no qual se destaca o início da menstruação (menarca), cuja idade média actualmente é de 13 anos.

Com o início da actividade sexual, o pediatra ou o médico de família deve reencaminhar a adolescente para consultas de planeamento familiar ou para um ginecologista. Nestas consultas deverá escolher-se o mais adequado meio de contracepção e a jovem deverá ser informada sobre as doenças sexualmente transmitidas e os comportamentos sexuais de risco a evitar.

Outra fase importante na vida da mulher é o primeiro parto, cuja idade tem sofrido um atraso progressivo, situando-se a idade média da primeira gravidez entre os 28 e 29 anos. Além da vigilância clínica da gestação, também importante a atenção do médico à forma como a gestante concilia a vida familiar com a profissional e ainda é importante efectuar a prevenção primária do cancro da mama e da obesidade.

Durante a idade adulta é fundamental o acompanhamento médico de situações clínicas como a prevenção do cancro do colo uterino (através do exame de Papanicolaou ou de uma colposcopia), patologia referente à qual somos o país da UE com maior incidência, prevalência e mortalidade; prevenção secundária do cancro da mama (através da auto-palpação mamária, ecografias e mamografias regulares a partir dos 40 anos); a prevenção da osteoporose, que afecta particularmente o sexo feminino (através de uma dieta equilibrada, exercício físico e terapêutica hormonal).

Na menopausa os cuidados médicos devem voltar a acentuar-se, dando particular atenção aos sintomas neuro-vegetativos, à osteoporose e ao risco de doenças cardiovasculares.

Por fim existem ainda questões acessórias, mas que também merecem grande atenção por parte do médico, como a violência doméstica, o contexto laboral (saúde ocupacional, doenças profissionais e ainda casos de assédio sexual no local de trabalho) ou, por exemplo, um assunto cada vez mais actual e de índole ética como é a interrupção voluntária da gravidez.

Em conclusão, a mulher é, ao longo de toda a sua evolução, uma vítima frequente de inúmeras patologias, devido às suas características tão peculiares. Exige por isso uma atenção acrescida por parte do médico que a acompanha ao longo do seu ciclo de vida e é um dos alvos principais da Medicina Preventiva, já que a prevenção faz, certamente, a diferença!

publicado por Dreamfinder às 20:42

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